quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Entrevista: [ VLAD ]



Entrevistamos o ADM do clan [ VLAD ], que nos contou algumas mudanças que acontecerão no clan e algumas curiosidades. Confira a entrevista na "íntegra" abaixo.

Entrevista

[BA]The_Drummer:Boa noite VLAD!
[ VLAD ]: Boa noite Drummer. Gostaria de agradesce pelo convite, obrigado.
[BA]The_Drummer:De nada. Nada mais justo que começarmos a 1ª entrevista com uma das pessoas que mais ajuda o clan.
Seu nome é Wenderson, correto? Há quanto tempo você joga o MG?
[ VLAD ]: Correto sim. Jogo a uns... mais de um ano. Ao certo nem sei mais ^^
[BA]The_Drummer:(risos)
[ VLAD ]: Esse jogo prende bastante.
[BA]The_Drummer:E como você entrou no BA? Está nele desde o início?
[ VLAD ]: Bom, entrei para o clã no lvl 14, através de um convite de um amigo, que na época era ADM, o antigo Lord Ancanjo, hoje nem joga mais...
[BA]The_Drummer:Hoje você é ADM do clan e também o level mais forte do clan. Como você se sente com essa certa "responsabilidade"? Aliás, faz tempo que você é ADM? Conte-nos mais sobre esse cargo importante dentro do clan.
[ VLAD ]: Que sou ADM já faz um bom tempo sim, teve uns momentos meio difíceis mas sempre votei com o apoio dos amigos que fiz aqui no clã.
"Responsabilidade", sendo sincero, é muito bacana, gosto muito de fazer o que eu faço, tipo de trabalho que desgasta e as vezes poucos reconhecem, mas os que reconhecem já vale a pena todo o esforço. Ainda mais quando temos amigos que contam com a gente nessa tarefa.
[BA]The_Drummer:Um fato curioso. Você chegou ao topo apenas jogando ou você recebeu alguma doação de acc?
[ VLAD ]: Bom, recebi sim. 2 para ser mais exato. Uma do antigo ADM LECTOR JUSTICAR, e uma de um amigo que conheci através do jogo.
[BA]The_Drummer:O clan está saindo de uma Guerra, a qual, infelizmente não obtivemos a vitória. Mesmo assim você está com vários projetos para reerguer o clan e resolver alguns problemas. Poderia nos dizer algo sobre esses projetos?
[ VLAD ]: Claro que sim. Bom, o principal por hora é o da mudança do elite, que como pode observar, já saiu no jornal, agora só faltam alguns ajustes, mas acho que até o final da semana já está pronto e funcionando.
[BA]The_Drummer:O jornal inclusive está ótimo, parabéns!
[ VLAD ]: Obrigado, e agradeço também a sua participação nele, com suas caçadas e lista de gold. Bom, tem vários outros projetos que virão logo após esse da elite, como por exemplo o das missões valendo premmium, que serão realizadas com todo clan no xat; o do vampiro do mês, que é um projeto mais antigo, convidar novos membros, entre outros que estão sendo montados. Breve quero ver esse clan pegando fogo ^^
[BA]The_Drummer:Certo. Com todos, esses projetos, administração do clan, jornal, entre outros, como você administra o seu tempo? Realmente, deve tomar muito tempo tudo isso.
[ VLAD ]: Cerca de 4 horas por dia, e final de semana umas 8 horas. Mas como eu disse, eu gosto do que faço. Assim fica fácil. Ah, e tem uma coisa. Estou pensando em ser capitão do Air Force, como eu era antigamente.
[BA]The_Drummer:O ruim é só quando temos membros inativos. Mas os membros Ativos devem recompensar. Parabéns VLAD.
[ VLAD ]: A recompensa sim, o que faz eu continuar são justamente os ativos. É bom ver que as pessoas gostão do seu trabalho.
[BA]The_Drummer:VLAD, uma curiosidade que tenho, ainda do tempo que o LJ cuidava do jornal. Nas "alfinetadas" (não me recordo qual membro mandava o material) sempre surgiam boatos de alguma coisa entre você e a Kellux. Aliás, nos próprios perfis de vocês tinham imagens abordando tal fato. Até hoje não entedi a "realidade" da coisa. Gostaria de comentar algo? (perdoe-me se estou falando asneiras).
[ VLAD ]: Asneiras nenhuma mesmo. Na época era o Henrique, ^^ ele era o colunista social. Eu tenho um grande carinho pela vampira Kellux, e Gosto muito da dona da Vampira, a Raquell. Conheci ela através do jogo e nunca mais larguei. Se me lembro bem, conheci ela no W2. Antes ela nem era do clan no W1. Mas tá ai, levo ela comigo no coração mesmo, sem nunca ter visto ela pessoalmente.
[BA]The_Drummer:Que legal. É bom fazer amizades através do jogo. Eu particularmente ainda não parei de jogar por causa do clan. Me sinto como em uma família.
[ VLAD ]: Eu também só não parei ainda por causa disso. Mas eu e a Kellux temos algo além de só amizade ^^
[BA]The_Drummer:Entendo heeheheh
[ VLAD ]: Um dia quero encontrar com ela... quem sabe.
[BA]The_Drummer:Falando na Kellux, ela também tinha um certo apego pela MADAME BLACK, que infelizmente não faz mais parte do nosso humilde clan. Você gostaria de comentar algo sobre a MADAME?
[ VLAD ]: Sobre a madame é um pouco complicado de falar. Ele é uma grande jogadora, uma grande amiga, só que eu e ela as vezes temos desentendimentos, ai já viu. Bom, mas em fim, reconheço que ela fez muito pelio clan.
[BA]The_Drummer:Entendo, isso acontece nas "grandes famílias" hehe
[ VLAD ]: ^^ Acontece sim, personalidades diferentes.
[BA]The_Drummer:Para finalizar, você tem idéia talvez de o porque o pessoal do PSG declarou guerra contra nós, se nós não tínhamos a mínima chance? Talvez, por "power abuse"?
[ VLAD ]: Bom, não me disseram nada, mas fico com o que você disse: "Power Abuse". Eles mesmo sabendo das diferenças declararam guerra. Não tínhamos chances desde o início. Bom, mas isso é um jogo, e guerra é guerra.
[BA]The_Drummer:Pois é, desanima um pouco o pessoal, principalmente os de level menor, que acredito que sofreram mais. Mas agora o clan, com novas mudanças, vai aumentar o astral do pessoal.
[ VLAD ]: Isso eu espero mesmo. Quero muito que isso aconteça, mas com alguns erros aprendi que não podemos cobrar muito dos jogadores e dos membros do clan. Por isso nessa nova fase, terá uma pequena mudança nesse aspecto de exclusão por inatividade.
[BA]The_Drummer:Esse é um fato realmente complicado.
[ VLAD ]: Isso eu quero tentar reverter da melhor maneira possível.
[BA]The_Drummer:VLAD, muito obrigado por ceder essa entrevista, desculpe qualquer coisa, e boa sorte! Que Deus abençoe você. Alguma última palavra?
[ VLAD ]: Que isso, como eu já disse, eu que devo agradescer. Muito obrigado e a entrevista foi muito boa e não há do que se desculpar. Bom, gostaria de dizer que conto com a ajuda de todos, e sempre estou ai par o que precisarem, podem contar comigo. E gostaria de agradescer também os membros que vem me ajudando nessa jornada. Não vou citar nomes, pois são um número que cada dia cresce mais. Então meu muito obrigado e espero que todos gostem das mudanças e da entrevista ^^ E mais uma vez, para mim foi uma honra.
[BA]The_Drummer:God Bless You


Quer ser entrevistado? Acesse: Eu quero ser entrevistado.

Mudanças, e mais mudanças

É isso ai pessoal, agora que acabou a guerra, o clan está com várias mudanças para levantar o astral do pessoal. A começar pelos novos cargos.

Corpore / Neofita
Membros que não completaram missões, e os novos membros.

Anjo
Membros que completaram 2 missões.

Templário divino
Membros que completaram 4 missões, e possuem mais vitorias que derrotas.

Anjo Inquisidor
Membros que completaram 4 missões, possuem mais vitorias que derrotas e o maior numero de ouro ganho que perdido.

Arcanjo
Membros que completaram 5 missões, possuem mais vitorias que derrotas, e nível 60 superior.

Corrompido pelo Sangue
Membros que completaram 5 missões, possuem mais vitorias que derrotas, maior numero de ouro ganho que perdido e nível 70 superior.

Justicar
Membros que são de extrema confiança dos adm e mostraram seu valor para o clã.

Ancião
Membros que completaram 6 missões, possuem mais vitorias que derrotas , mais ouro ganho que perdido e nível 80 superior.

Matusalém
Membros que completaram 6 missões, possuem mais vitorias que derrotas , mais ouro ganho que perdido ( mínimo 5 mil ) e nível 90 superior.

Antediluviano
Membros que completaram 7 missões, possuem mais vitorias que derrotas, mais ouro ganho que perdido, e nível 100 superior.

LUCIFOGO/ AHURA ORMAZD / IALDABAOTH
Membros que completaram 10 missões, possuem mais ouro ganho que perdido , mais vitorias que derrotas.



Parabéns aos ADMs do clan. (estou afim de um LUCIFOGO sei lá o que logo ehehehehhe)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Artefatos... O Caixão!

Lembram do LJ? Esse texto é dele.



No começo da mitologia Vampírica os Vampiros não dormiam em caixões. Na índia são descritas as cavernas como seus locais de aconchego ( correlacionado com morcegos ).

A partir do século 19, apenas os Vampíros muito ricos poderiam se dar ao luxo de ter caixões, e muitas das histórias de Vampiros não incluiam esse enterro "seguro" - realmente, foi muito precária a natureza medieval dos enterros que provocou medo quem os Vampiros poderiam sair facilmente de seus últimos descanso na Terra.

Pulando para o tempo de Drácula, os Vampiros não exigiam caixões para dormir. Todos exigiam descansar em sua "pátria", na tumba aonde foi colocado seu caixão. Quando Drácula foi para Inglaterra, ele comprou um caixão, e o colocou em sua "terra natal", e nele ele descansava e recuperava sua força.

Hoje em dia, a melhor explicação para o frequente uso dos caixões para os Vampiros descansarem nas histórias é que de fato eles estão mortos; Hoje, nós enterramos nossos mortos em caixões. Os caixões também dão proteção contra a luz do sol (no qual nos tempos modernos sabemos que fere e mata os Vampiros). Como sempre, os caixões tem sido um alvo perfeito para caçadores de Vampiros - um aspecto vital para as historias modernas de Vampiros.

Ainda, nesse século, a maioria dos escritores sobre Vampiros estão novamente mudando os antigos mitos. Em Cronicas Vampirescas, de Anne Rice está como todos os romenaces dessa década, os Vampiros não requerem nada, apenas proteção contra o sol. Criptas, comodos lacrados, é o suficiente para o que eles precisam.

[BA] LECTOR JUSTICARD

terça-feira, 16 de setembro de 2008

DA VÍTIMA E SEU VAMPIRO

Texto enviado via Jornal do Clan por La Femme.


Por ter se tornado imprescindível à existência da vítima, a figura do senhor é uma construção da própria vítima. Talvez esteja fundada aí sua representação vampírica, como aquele que está para além da morte, que emerge da escuridão e carrega consigo o mal. Longe de ser o maior terror, é esse mal seu maior pólo de atração. Destruidor, em primeiro lugar, possibilidade de ultrapassagem dos limites estreitos da vítima, em segundo, ele é figurado como a mais temida e a mais desejada de todas as forças. O vampiro é a maneira como a vítima representa sua possibilidade de liberação, sua possibilidade de consciência, sua paixão de tornar-se outro. Mas, como toda paixão, ela não lhe é consciente. Emerge de um fundo que a excede, daí a força da sedução que a captura.

Representação romântica do século XIX (resgatada de arquétipos anteriores, transculturais), quando o desejo foi poderosamente submergido sob a ordem disciplinar do universo da razão masculina, em particular o desejo do outro sexo – que é sempre a mulher – a figura do vampiro foi convocada a responder ao apelo da feminidade negada, tanto no homem como na mulher, como aquele que invade, que se apropria, que destrói ou que transforma sua vítima em seu semelhante, por assimilação da vítima a ele. Transgressor, fazedor da própria lei, o vampiro abre a possibilidade, no imaginário da vítima, de escapar à lei do desejo que a conforma. Tornar-se também fazedora da própria lei, eis o projeto da vítima, seu sonho, sua utopia. Sua perversão.

De uma demanda de amor à própria afirmação de si como amante, pode a vítima realizar esse passe?

Ora, se a vítima não ama, se não tem a potência de amar, poderia ela construir para si um senhor capaz de amá-la? Como poderia, o que não ama, conceber um amante para si? O que a vítima pode conceber, em sua posição de vítima, é aquele que irá se apropriar dela, de sua vida, seduzindo-a, não o que irá amá-la. E, por essa limitação, ali onde ela sonha sua liberdade, acaba por eleger, no outro, seu tirano. Protegendo-se de se reconhecer enquanto desejante, canta a glória de seu suposto libertador, delegando a ele seu sentido, sua ação, que só seriam efetivos se lhe fossem próprios. Eis o risco de todas as revoluções, individuais ou coletivas, postas no porvir e nas imagens ideais de poder e potência de um líder: a emergência de microfascismos. A cristalização da vítima, o aprisionamento do imaginário, não sua liberação.

O senhor sonhado pela vítima não é, assim, aquele que a afeta e a contamina com sua potência. Ele está, antes, contaminado dela, de sua demanda, de sua impossibilidade. Como pensá-lo, então, senão como tirano, senão como modelizado pelos referentes que a vítima retira do mundo com o ela o vê?

Por isso, um mundo aderido às figuras e estratos de poder a que os sujeitos devem aceder – e neles permanecer – para realizarem sua condição de potência é um mundo onde só há vítimas, pois aquele que ocupa o lugar do poder, o de senhor, está permanentemente ameaçado de ter revertida sua posição, perdendo sua potência de ação. Daí sua aderência ao que pode significá-lo. E a aderência da vítima ao que lhe permite reconhecê-lo. Essa é a ameaça totalitária dos desejos de ultrapassagem e de superação do si-mesmo que concebem um pólo de convergência/referência fora de si para sua realização.

Seria ingênuo, entretanto, conceber um mundo sem vítimas, logo, sem senhores? Ou um outro, em que todos seriam senhores? Uma comunidade, enfim, em que todos seriam livres? Um mundo de seres humanos, de homens integrais? Esse mundo, reiteram as razões e as evidências do mundo, é utópico. Mas é necessário afirmar, sempre e sempre, essa “utopia” como virtualidade, não do amanhã, mas do agora, pois é nela que afirmamos nossa potência e encontramos o motor de nossas ações. Paradoxal, talvez, desejante do impossível, por que não? A verdadeira democracia, um coletivo de múltiplos, afinal, é também uma virtualidade pela qual e para a qual somos convocados a trabalhar (e não a lutar por). Jamais um porvir (daí a inutilidade da luta), sempre um devir (daí o trabalho permanente por sua efetividade).

Um mundo de senhores, um mundo de iguais, cada um em sua diferença e com a própria potência como seu único poder, para ser concebido em sua virtualidade, exige um outro olhar, uma outra positividade, de forma que a apreensão das relações não seja dada só por oposição ou por complementaridade ou disjunção (senhor/escravo, ativo/passivo, masculino/feminino, forte/fraco, escuro/luminoso, bem/mal...), por composição unitária, mas principalemente por simetria, por mutação, por processualidade, por diversidade, por diferença, por multiplicidade, por conectividade. Uma revolução dos espíritos, cujo motor ético exige, por se significar pelo olhar, uma nova assunção estética. Um novo coletivo, o da multidão.

valter a. rodrigues (1996/2002*)

O vampirismo numa perspectiva melancólica



O mito do vampiro se fez presente em vários lugares do mundo. Desde a antiguidade muitos procuram uma explicação plausível para contornar o lendário vampiro. Existem escritos... registros que pronunciam a existência vampírica com data de séculos antes de Cristo.

Na antiguidade a imagem reveladora do vampiro trazia o medo aliado a uma figura monstruosa. Com o despertar da era romancista, muitos escritores procuraram redefinir a figura vampírica. Aquela imagem pressuposta em monstros mitológicos... assombrosos... cabalísticos...ganhou a silhueta mais próxima da humana.

O perfil macabro, voltado para a barbárie, deixou espaço para personagens mais misteriosos, que buscavam um amor... uma amada reencarnada... Um perfil voltado à sensualidade... O melancolismo toma conta das mentes criativas dando desenvoltura ousada aos seus escritos. Werner Herzog ao fim da década de 70, presenteou o cinema alemão com Nosferatu, uma homenagem ao texto original de Friedrich W. Murnau. O filme é ambientado pelo soturno, mergulhado em cores esmaecidas e em tons contrastantes de luz e sombras, o estilo das interpretações, recorda a forma de atuação dos atores do cinema mudo. Nesse filme o personagem vampírico é associado ao desejo insaciável, numa perspectiva melancólica, refletindo os impasses da condição humana. O vampiro, visualmente repelente, lamenta atravessar os séculos incapaz de consumar o desejo de amar, evidenciando o corpo como clausura: “O tempo é um abismo tão profundo como mil noites....A morte não é o pior...é bem mais cruel ser incapaz de morrer... A ausência do amor é a dor mais degradante que existe...”.

Nosferatu era um personagem não contemplado pela beleza, e que acima de tudo tinha anceios como os humanos acerca do verbo amar, incondicionalmente amor... No entanto sua aperência horrenda lhe arrancava quaisquer chances de cativar ... praticar o verbo amar! Para tanto tal personagem é envolto a extrema tristeza... Sentimento com o qual despertava lhe o ódio... a inveja... Levando – o à espreita, como um animal peçonhento a espera de sua vítima! E assim o fazia... não hesitando em avançar sobre o objeto do desejo quando o momento se mostrava propício.


Até mais!!!

La Femme

Jornal do Clan

É isso ai pessoal, o jornal do clan está de volta. Estarei postando os artigos das coluna no blog.


Abraços.

domingo, 14 de setembro de 2008

Tutorial Fórum

Dica enviada por [BA] Tibad (acho que foi ele mesmo hehehe)

Link para o tutorial para entender como usar melhor o Fórum.